AVISO DE PAUTA: Rancho Queimado impulsiona política de bem-estar animal com recursos do Pet Levado a Sério
Pets de tutores de baixa renda e animais comunitários têm prioridade nas vagas das castrações nos municípios
O município de Rancho Queimado, localizado na Grande Florianópolis, realiza amanhã, quarta-feira, 11/03, a primeira castração com recursos do Programa Pet Levado a Sério. A iniciativa, coordenada pela Diretoria de Bem-Estar Animal Estadual (Dibea Estadual), vai proporcionar nesta primeira etapa, a castração de 150 animais, que também conta com contrapartida no município para ampliar os investimentos na causa animal.
“O programa Pet Levado a Sério é o maior programa de castração de cães e gatos do país e é a primeira vez que o nosso estado apresenta um programa dessa magnitude na área de bem-estar animal. Também gostaria de reforçar para que os municípios sigam acelerando os trâmites administrativos para que possam firmar os convênios com o Governo de Santa Catarina e possam, enfim, receber esses recursos fundamentais para a redução dos casos de maus-tratos e zoonoses”, pontua o secretário do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá.

Atenção à documentação
Os municípios contemplados são responsáveis por preparar e encaminhar toda a documentação necessária para a formalização do convênio simplificado. A orientação geral é de que enviem, com celeridade, a documentação correta para que possam concluir os convênios, receber os recursos e realizar as castrações ainda no primeiro semestre deste ano. Em caso de dúvidas, os gestores responsáveis podem contatar a Dibea Estadual pelo telefone (48) 3665-7501 ou email dibea@semae.sc.gov.br.
No total, por meio do Pet Levado a Sério, o Governo do Estado está repassando mais de R$ 17 milhões para a realização de mais de 80 mil castrações em 273 cidades catarinenses, abrangendo 96% do território. As ações previstas pelo programa vão além do repasse dos recursos com capacitações técnicas destinadas aos municípios, que já estão em andamento pela Dibea Estadual.
“Importante destacar que pets de tutores em situação de vulnerabilidade social, animais comunitários ou em contexto de risco ou maior impacto sanitário têm prioridade nas vagas das castrações nos municípios, justamente para fortalecermos a causa animal, também onde há carência desse tipo de investimento”, destaca a diretora de Bem-Estar Animal Estadual da SEMAE, Fabrícia Rosa Costa.
